Descobriu-se adulta e personagem rodrigueana. Pintou mais do que nunca a falta de pudores como em unhas vermelhas. Na dúvida há a possibilidade de roê-la-as e/ou descascá-las. O neurótico esmalte rubro, símbolo dos arranhões e de marcas no corpo in-pecáveis. Cor de sangue, paixão, mito e silêncio. nem sempre a vida é um livro aberto...Gostava tanto de noites uivantes de lua cheia que sentia-se criança em lua minguante. Fases eternas e certas e também incertas como a tensão de mais um ciclo menstrual e o tesão do eterno ciclo de viver. Fez-se une femme, mais do que nunca, e sucumbiu aos medos e desejos. Chama-se Ela, Eva, Lility, Clarice, Joana, Juliana, Mulher.
Carta para Hélio Lopes
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Oi pai. Hoje você faria 75 anos. Queria ter visto isso acontecer.
Esse fim de semana teve uma festinha de aniversário da Ana. Sua neta já tem
11 anos. J...
Há um dia