quinta-feira, 30 de agosto de 2007

DÚVIDAS






Descobriu-se adulta e personagem rodrigueana. Pintou mais do que nunca a falta de pudores como em unhas vermelhas. Na dúvida há a possibilidade de roê-la-as e/ou descascá-las. O neurótico esmalte rubro, símbolo dos arranhões e de marcas no corpo in-pecáveis. Cor de sangue, paixão, mito e silêncio. nem sempre a vida é um livro aberto...Gostava tanto de noites uivantes de lua cheia que sentia-se criança em lua minguante. Fases eternas e certas e também incertas como a tensão de mais um ciclo menstrual e o tesão do eterno ciclo de viver. Fez-se une femme, mais do que nunca, e sucumbiu aos medos e desejos. Chama-se Ela, Eva, Lility, Clarice, Joana, Juliana, Mulher.

sábado, 18 de agosto de 2007

AGRIDOCE

Dias talvez. Tudo o que se quer e abre os braços para você. E nada abate. Papo, suco, por-do-sol. Rebate. Cansaço, inconformismo, dependência, vícios e mudanças em-fim. Luar, estrelas e pirlimpimpim. E um pouco de surrealismo. A vontade de viver à vontade. Bem-vindas as diferenças, sempre.

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

STOP

Dois olhos verdes;

Parados.

Um sinal vermelho;

Movimento.

Intenso

Pós- moderno.

Fim de tarde

Na cidade.

Contemporaneidade.

Luzes de carros incessantes,

Eu as vejo.

Medíocre filosofia

Crepuscular;

Olham as luzes

olhos verdes que veêm luzes?

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

domingo, 5 de agosto de 2007

Estranhamento

Há tantas palavras e coisas que procuro e nem sei o que são; às vezes olhos, às vezes linguagens, às vezes só um momento, às vezes solidão. Pretextos e textos rimados, lirismo crônico e crônicas poéticas.

Tem um algo no ser humano que acho lindo e não sei o nome. È o que se aproxima de humanidade.

Pensei muito sobre o amor nos últimos dias e hoje o senti como vento de mãos dadas no tempo.

De tudo que não sei sobram só algumas frases que merecem itálico.

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

TPM 2

Eu bebo
A energia
Do lugar
Do luar
Do desejo
Do que vejo.

Páginas soltas; prendo-as com clips. Desenho os desejos das impossibilidades .Do agora. Do que já vivi. Do que vou viver. Desfaço-me sem medo dos apegos e guardo só o essencial. O espaço da alma é que cresce incontável, imensurável com (o) tempo.
Adoro trabalhar e também adoro dias de vadiar. Som, silêncio e calor. A concentração sempre mobiliza boas lembranças e quando preciso não penso duas vezes; entrega-corpo-alma. Ouço sempre sonhos, mente, intuição e coração. Sei que tudo está bem até quando não está bem...tudo passa, isso sei.
Mas poucas coisas sei... aprendi que aprende-se o que se ensina. Essa é a sina. Apesar de ás vezes acreditar que sem sentipensar tudo seria mais fácil, embora talvez, menos intenso, profundo e/ou revelador. Ou até mesmo sem amor. Critério único:liberdade, us and them.
Quando esqueço das coisas elas acontecem. É normal ter dias que se está bem, outros nem tantos... o que vale é a média e a minha costuma estar em alta. A vida é assim; dias não, dias sim. Falam por mim.