domingo, 5 de agosto de 2007

Estranhamento

Há tantas palavras e coisas que procuro e nem sei o que são; às vezes olhos, às vezes linguagens, às vezes só um momento, às vezes solidão. Pretextos e textos rimados, lirismo crônico e crônicas poéticas.

Tem um algo no ser humano que acho lindo e não sei o nome. È o que se aproxima de humanidade.

Pensei muito sobre o amor nos últimos dias e hoje o senti como vento de mãos dadas no tempo.

De tudo que não sei sobram só algumas frases que merecem itálico.

Um comentário:

Mônica Montone disse...

Juliana, querida, obrigada por sua visita ao canteiro Fina Flor.

Saiba que és bem vinda por lá.

Adorei isso: De tudo que não sei sobram só algumas frases que merecem itálico.

beijos e boa semana

MM